Posts de Maio, 2008

Tam Loucos – Armas para a Venezuela

Maio 28, 2008

Tam Loucos – Mais uma da empresa Tam
Depois dos pacotes turísticos para homossexuais, mais uma notícia sobre a empresa aérea Tam.

Armas para Venezuela

Brasil manda, através da TAM, toneladas de armas para a Venezuela comunista
Brasil manda, através da TAM, toneladas de armas para a Venezuela comunista

Gente, parece um pesadelo. O governo Lula, que já andava ruim, agora escolheu andar pior. Dê uma olhada na notícia abaixo. Meu Deus, será que o povo brasileiro perdeu a capacidade de se revoltar contra tamanha injustiça?
Surge outro indicador de elevado risco na questão da Venezuela

Ken Rijock

Se você relembrar o caos que imperou na Guerra Civil do Líbano (1975-1990), saberá que as instituições financeiras não podem operar quando a violência impera nas ruas. A delicada situação da Venezuela pode alcançar rapidamente esse estágio, com os recentes acontecimentos. Leia os detalhes abaixo e decida por si mesmo se uma Guerra Civil pode estar no Horizonte em Caracas.

O que sabemos até o momento:

• Quatro vôos secretos estão previstos para a Venezuela, da empresa brasileira TAM, transportando 31, 5 toneladas de armas de fogo produzidas no Brasil. O primeiro vôo já chegou transportando 1,5 toneladas de armas; os outros vôos devem trazer 10 toneladas cada um.

• Desconhece-se que tipo de armamento específico compõe a carga. Podemos estimar que cerca de 50.000 a 70.000 armas compõem esses carregamentos, que não estão endereçados para o Ministério da Defesa, mas estão discretamente sendo entregues no Palácio Presidencial de Miraflores, sob as ordens do Presidente da Venezuela Hugo Chavez. Qual a razão de todo o segredo?

• Em um país onde as Forças Armadas e a polícia são bem-equipadas, essas armas só têm um fim: armar os apoiadores civis e do atual regime, que as usarão, contra quem se opor, em uma violenta confrontação que pode gerar uma guerra civil.

Um distúrbio civil resultaria na paralisação do sistema financeiro na capital, Caracas. Observe os sinais de qualquer violência organizada, fechamento dos centros comerciais e casas de negócios, e ataques a civis.

Fonte: World-Check

Hugo Chavez e a sedução, monitoração e controle sobre as igrejas cristãs da Venezuela

Maio 28, 2008

O Controle de Hugo Chavez sobre as igrejas

Hugo Chavez e a sedução, monitoração e controle sobre as igrejas cristãs da Venezuela

VENEZUELA — Há poucos quilômetros dentro da abafada floresta venezuelana, que faz fronteira com a Colômbia, grupos guerrilheiros se movimentam sem que as autoridades locais ofereçam nenhum obstáculo. A população civil já se acostumou com o enxame de guerrilheiros que circula pelo local.

Em meio à essa atmosfera tensa, nove pastores confidenciaram seus temores e dividiram suas lágrimas com a Portas Abertas em uma série de reuniões realizadas nos dias 8 e 9 de abril. Juntos, os pastores e a Portas Abertas elaboraram um plano de ajuda aos cristãos da Venezuela.

Na opinião dos pastores e de outras pessoas, o presidente Hugo Chávez quer “colocar ordem” nas organizações independentes — e que, portanto, não podem ser monitoradas. Entre essas organizações está a Igreja. Muitas congregações são arredias no que diz respeito ao controle de qualquer tipo de governo humano.

Desde sua eleição como presidente, em 1998, Hugo Chávez tem dirigido a nação rumo ao socialismo. Apesar de o Reino de Deus ser espiritual e o socialismo, materialista, há pastores que compartilham a ideologia de Chávez e estão dispostos a acomodar seu ensino bíblico a essa ideologia.

Para os chavistas, o governo tem sido bastante generoso, dado dinheiro e ajudado com programas sociais e de desenvolvimento. Em troca, os beneficiados precisam apoiar Chávez e mesmo informar ao governo o que acontece na igreja.

Para aumentar o controle, Chávez estabeleceu Conselhos Públicos em praticamente todas as comunidades venezuelanas. Em abril do ano passado, a Assembléia Nacional aprovou a Lei dos Conselhos Públicos que regula o funcionamento e o financiamento desses órgãos.

Nos conselhos, os cidadãos criam, controlam e avaliam a política pública. Somente as pessoas que concordam com a política de Chávez podem participar dos conselhos, o que inclui muitos cristãos que concordam com a linha social do governo.
Perseguição velada

Recentemente, o Pr. Armando* foi acusado de “obstruir a paz entre vizinhos”. O motivo: ele se encontrou com outro pastor e alguém reclamou que os dois homens estavam orando muito alto.

No dia seguinte ele foi informado que um conselho público estava pronto para expulsá-lo de seu apartamento. Quando Armando disse que não oraria em seu apartamento com seu amigo novamente, o conselho permitiu que ele permanecesse em sua casa.

Desde o dia 11 de janeiro de 2007, cerca de 35.000 conselhos públicos foram estabelecidos. A expectativa é que esse número cresça para 50.000 até o meio deste ano.

Os conselhos, formados por pessoas que respondem ao governo venezuelano, têm poder para tomar decisões locais e judiciais, entre elas o poder de confiscar propriedades. Os conselhos também são apoiados por milícias que também trazem informações sobre pessoas que discordam da política de Hugo Chávez.
Igreja dividida

Atualmente, a Igreja da Venezuela está dividida. Alguns pastores entendem o perigo que essa situação pode trazer para o futuro da Igreja. Outros não. No início de sua campanha pela presidência, Hugo Chávez chorou na frente de pastores e pediu para que orassem por ele. Depois de eleito, entretanto, em seu programa dominical “Olá, Presidente”, Chávez disse que não acreditava no Deus Todo-Poderoso em que os cristãos acreditam.

Ele chamou o Gênesis e o fato de Deus ter criado Eva de uma costela de Adão de “absurdo”, acrescentando que nunca tinha crido naquilo, nem mesmo quando era criança e freqüentava a Igreja Católica romana.
Medidas de Chávez impostas aos cristãos:

O referendo radical de 2007 de Hugo Chávez inclui medidas que pretendem submeter a igreja venezuelana ao controle estatal. As medidas incluem:

• A igreja deve ter o mínimo de 200 membros e ter um certificado dos conselhos públicos.

• Congregações menores precisam alcançar o número mínimo de membros.

• Todas as igrejas de uma comunidade devem utilizar o mesmo prédio.

• Os pastores são obrigados a realizar casamento entre homossexuais.

• Os pastores que pregarem contra o homossexualismo e determinadas questões morais devem ser denunciados e condenados (exatamente como tenta-se implantar no Brasil).

Mesmo que a punição não tenha sido estabelecida, é provável que seja pena de prisão.

No dia 6 de dezembro de 2007, a votação nacional refutou essas medidas com pouca diferença de votos. Mesmo depois de os eleitores estreitarem sua passagem, Hugo Chávez continua em sua caminhada rumo ao controle da Venezuela — e da Igreja venezuelana. O presidente impôs mudanças ao país “por trás dos bastidores” que copiam os modelos chinês, cubano e de outros países socialistas.

Uma das maneiras de impor sua vontade é através do Congresso “de fachada”, constituído por maioria chavista. Logo, o Congresso discutirá as medidas e vai decidir se as transformarão em lei ou não.

Tradução: Priscilla Figueiredo

Fonte: Missão Portas Abertas

Divulgação: www.juliosevero.com

Martini pede a reforma da Igreja Católica

Maio 28, 2008

Martini pede a reforma da Igreja Católica

O influente cardeal elogia Martinho Lutero, defende o debate sobre o celibato e a ordenação de mulheres e reclama uma abertura do Vaticano em matéria de sexo. Carlo Maria Martini acaba de publicar o livro Colóquios noturnos em Jerusalém, que é uma confissão a um co-irmão austríaco, George Sporschill.

Segue a íntegra do artigo de Juan G. Bedoya publicado no El País, 25-05-2008. A tradução é do Cepat.

“A Igreja deve ter a audácia de se reformar”. Esta é a idéia força do cardeal Carlo Maria Martini (Turim, 1927), um dos grandes eclesiásticos contemporâneos. Com elogios ao reformador protestante Martinho Lutero, o cardeal pede à Igreja católica “idéias” para discutir inclusive a possibilidade de ordenar viri probati (homens casados, mas de provada fé) e mulheres. Também reclama uma encíclica que ponha fim às proibições da Humanae Vitae (1968) de Paulo VI, que contém severas censuras em matéria de sexo.

O cardeal Martini foi reitor da Universidade Gregoriana de Roma, arcebispo da maior diocese do mundo (Milão) e papável. É jesuíta, publica livros, escreve em jornais e debate com intelectuais. Em 1999, pediu no Sínodo de Bispos Europeus a convocação de um novo Concílio para concluir as reformas pendentes do Vaticano II, realizado em Roma entre 1962 e 1965. Agora volta à atualidade porque está sendo publicado na Alemanha (pela editora Herder) o livro Colóquios noturnos em Jerusalém, a modo de testamento do grande pensador. É assinado por Sporschill, também jesuíta.

Sem rodeios, Martini pede às autoridades do Vaticano coragem para se reformar e mudanças concretas, por exemplo, nas políticas do sexo, um assunto que sempre deixa nervosos e irados os papas, desde que sejam solteiros.

O celibato, sustenta Martini, deve ser uma vocação porque “talvez nem todos têm o carisma”. Espera, além disso, a liberalização para o uso dos preservativos. E nem sequer se assustaria com um debate sobre o sacerdócio negado às mulheres porque “encomendar cada vez mais paróquias a um pároco ou importar sacerdotes do estrangeiro não é uma solução”. Martini lembra que no Novo Testamento já havia diáconos.

Vários jornais europeus já ecoaram a publicação de Colóquios noturnos em Jerusalém, sublinhando a exortação do cardeal a não se afastar do Concílio Vaticano II e a não ter medo de “se confrontar com os jovens”.

Sobre o sexo entre jovens, Martini convida-os a não desperdiçarem relações e emoções, aprendendo a conservar o melhor para a união matrimonial. E rompe os tabus de Paulo VI, João Paulo II e do papa atual, Joseph Ratzinger. Disse: “Infelizmente, a encíclica Humanae Vitae teve conseqüências negativas. Paulo VI evitou de forma consciente que o tema fosse tratado pelos padres conciliares. Quis assumir pessoalmente a responsabilidade de decidir sobre os anticoncepcionais. Esta solidão na decisão não foi, no longo prazo, uma premissa positiva para tratar dos temas da sexualidade e da família”.

O cardeal pede um “novo olhar” em relação ao assunto, quarenta anos depois do Concílio. Quem dirige a Igreja hoje pode “indicar um caminho melhor que a Humanae Vitae”, sustenta.

Sobre a homossexualidade, o cardeal disse com sutileza: “Entre meus conhecidos há casais homossexuais, homens muito estimados e sociáveis. Nunca me foi pedido, nem me teria ocorrido, condená-los”.

Martini aparece no livro com toda a sua personalidade e uma curiosidade intelectual sem limites. A ponto de reconhecer que quando era bispo perguntava a Deus: “Por que não nos ofereces idéias melhores? Por que não nos fazes mais fortes no amor e mais corajosos para enfrentar os problemas atuais? Por que temos tão poucos padres?”.

Hoje, aposentado e doente – acaba de deixar Jerusalém, onde se dedicava a estudar os textos sagrados, para ser atendido por médicos na Itália –, limita-se a “pedir a Deus” para que não o abandone.

Além do elogio a Lutero, o cardeal Martini desvela suas dúvidas de fé, recordando as que teve Teresa de Calcutá. Também fala dos riscos que um bispo tem que assumir, em referência à sua visita a uma prisão para falar com militantes do grupo terrorista Brigadas Vermelhas. “Os escutei e rezei por eles e inclusive batizei dois gêmeos filhos de pais terroristas, nascidos durante um processo”, relata.

“Tive problemas com Deus”, confessa Martini num determinado momento. Foi porque não conseguia entender “por que razão fez sofrer o seu Filho na Cruz”. Acrescenta: “Mesmo quando era bispo algumas vezes não conseguia olhar para um crucifixo porque a dúvida me atormentava”. Também não conseguia aceitar a morte. “Deus não teria podido poupá-la aos homens após a morte de Cristo?” Depois entendeu: “Sem a morte não poderíamos entregar-nos a Deus. Manteríamos abertas as saídas de segurança. Mas não. É preciso entregar a própria esperança a Deus e crer nele”.

De Jerusalém a vida é vista de outra maneira, sobretudo as parafernálias de Roma. Martini conta-o da seguinte maneira: “Houve um tempo no qual sonhei com uma Igreja na pobreza e na humildade, que não dependesse das potências deste mundo. Uma Igreja que dá espaço às pessoas que pensam além. Uma Igreja que dá coragem, em especial a quem se sente pequeno ou pecador. Uma Igreja jovem. Hoje já não tenho esses sonhos. Depois de 75 anos decidi rezar pela Igreja”.

Nunca mais o ‘erro Galileu’

O cardeal Martini sempre se empenhou em estabelecer um campo de discussão comum entre laicos e católicos, enfrentando também aqueles pontos em que não há consenso possível. Com essa intenção abriu um dos debates mais saborosos entre intelectuais contemporâneos, publicado em 1995 na Itália com o título In cosa crede qui non crede? (Em que crêem os que não crêem? Rio de Janeiro: Record, 2000). Tratava-se de uma série de cartas trocadas entre o cardeal e Humberto Eco, sobre temas como quando começa a vida humana, o sacerdócio negado à mulher, a ética, ou como o laico pode encontrar a luz do bem. Um setor da hierarquia católica assistiu à controvérsia com indisfarçado embaraço, mas uma década depois, o próprio cardeal Joseph Ratzinger, hoje papa Bento XVI, entabulou um debate semelhante com o filósofo alemão Hürgen Habermas sobre a relação entre fé e razão.

O cardeal Martini lamentou, em 1995, que sua igreja vivesse sumida em “desolada resignação em relação ao presente”. Também falou sobre o medo da ciência e do futuro. Fê-lo, então, “com tesouros de sutileza”, como ele próprio reconheceu. Colocava como testemunha a prudência de Tomás de Aquino em semelhantes compromissos, por medo de Roma, que esteve a ponto de castigar aquele que agora é um de seus guias mais ilustres.

O cardeal, já aposentado – quer dizer, mais livre do que quando exercia responsabilidades hierárquicas –, se expressa no novo livro com a mesma sutileza que usou no debate com Umberto Eco, mas coloca sobre a mesa pontos de vista surpreendentes para seus pares, como o controle da natalidade e os preservativos. Soam também como golpes seus elogios a Martinho Lutero e o desafio feito a Roma para que empreenda com coragem algumas das reformas reclamadas em seu tempo pelo frei alemão.

No transfundo de suas manifestações de agora, onde o cardeal aparece às vezes angustiado – com um sentimento mais trágico de sua fé –, surge o debate interminável do enfrentamento da Igreja de Roma com a ciência e o pensamento modernos. Novamente, é um jesuíta que volta a colocar a discussão, para desgosto do Vaticano. A vantagem de Martini é que já não está ao alcance de nenhuma pedrada. O também jesuíta George Tyrrell, o erudito tomista irlandês, foi castigado sem apelação e suspenso de seus sacramentos. Inclusive lhe foi negado sepultura num cemitério católico quando faleceu em 1909. Seu pecado: reivindicar, como Martini, o direito de cada época a “adaptar a expressão do cristianismo às incertezas contemporâneas, para apaziguar o conflito absolutamente desnecessário entre fé e ciência, que é um mero espantalho teológico”.

O que todos estes pensadores católicos buscam é espantar qualquer risco de cometer outra vez o erro Galileu. É outra das exigências do cardeal.

China remove 80 mil ameaçados por lago formado com tremor

Maio 27, 2008

China remove 80 mil ameaçados por lago formado com tremor
Rio bloqueado em Beichuan formou represa que pode romper e causar enchentes.

Autoridades chinesas devem remover nesta terça-feira 80 mil pessoas que moram próximo à montanha de Tangjiashan, depois que deslizamentos de terra provocados pelo terremoto, há duas semanas, formaram um lago que ameaça romper.

A terra acumulada bloqueou o curso de um rio provocando a formação da represa que, se transbordar, poderá causar enchentes e enxurradas.

O governo estima que o lago, que fica próximo do vilarejo de Beichuan, já contém mais de 130 milhões de metros cúbicos de água represados.

Na segunda-feira, mais de 70 mil pessoas já haviam sido retiradas da região.

Vítimas

Soldados chineses trabalham sem parar a fim de drenar o lago.O exército está usando tratores, escavadeiras e dinamite para abrir um canal de escoamento.

Oficiais do governo afirmam que o risco de uma enxurrada é real, pois a água está represada há mais de duas semanas.

A barragem que se formou ao redor da represa é feita de lama e pedras e por isso é muito frágil, segundo informou a agência de notícias estatal Xinhua.

O governo disse que não quer correr riscos e está colocando em prática os planos de contingência para evitar maiores problemas e mortes.

Nesta terça-feira, o número oficial de mortos no terremoto chegou a 67.183 e os desaparecidos totalizavam 20.790.

Lagos

Os deslizamentos de terra provocados pelo terremoto e pelos tremores secundários obstruíram diversos rios criando lagos que ameaçam se romper.

Somente em Sichuan, o governo está monitorando mais de 34 locais onde grandes quantidades de água estão concentradas na esperança de afastar o perigo de novas tragédias.

Alguns vilarejos, no entanto, já foram inundados, como revelaram fotos de satélites.

Mais de cinco milhões de sobreviventes permanecem desabrigados duas semanas após o terremoto de 8 graus e a área ainda sofre significantes abalos secundários.

No domingo, um novo tremor matou seis pessoas e destruiu outras 300 mil construções.

A previsão do tempo para os próximos dias é de chuva, o que aumenta ainda mais o risco de os lagos transbordarem e as barragens se romperem.

Estimativas oficiais apontam que será necessário pelo menos três anos até que a vida dos sobreviventes moradores da província de Sichuan retorne ao normal.

por Marina Wentzel – 27/05/2008 06:52
Fonte: BBC Brasil

Jovens Aliança – Confirmado !!! dia 07/06

Maio 27, 2008

Está confirmado !!!

O culto inaugural do ministério dos jovens da Igreja Aliança começará dia 07/06. Em breve novidades neste blog.

Quando o “EU” quiser

Maio 21, 2008

Se alguém quer vir após mim, a si mesmo se negue tome a sua cruz e siga-me (Mc 8:34)

Uma vez conversando com uma prima, falei da importância de seguir Jesus e ir após Ele. O que ouvi foi mais ou menos isso: Quando “eu” quiser e “sentir” de ir eu vou,talvez não seja “essa a hora”.

E muitos hoje em dia, como minha prima, tem usado destas palavras, ouvindo estes sussurros sutis do inimigo dizendo: “Não vá”, “quando você quiser”, “quando você sentir”, “essa não é a hora”. Algumas pessoas tem aceitado ficar aonde está, estagnados e parados em suas vidas, abraçando as circunstâncias contrárias e conservando na mente esses sofismas do inimigo. São estes mesmos que também passam por tribulações tremendas, que não dão o braço a torcer em carregar a cruz, mas preferem que o adversário torça seu braço e vença.

Talvez não saibam estes que o o inimigo não somente quer torcer nossos braços,mas quebra-los, para que não possamos lutar e com isso, ergue-los no dia da vitória. Por não ter o conhecimento do peso da cruz, acabam carregando peso muito maior em seus lombos(adultérios, mentiras, misérias e etc).
Muitos preferem carregar pecados ocultos até a morte, bem como, toda sorte de obras da carne(Gl 5:18-21) do que levar a cruz. Infelizmente isso ocorre também na igreja. São muitos dentro do corpo, da igreja que carregam dentro de si, um peso maior, mas aparentam estar carregando a cruz.

Foi assim com o jovem rico(Mc 10:17), que chegou aos pés de Jesus, ajoelhou-se e o adorou(chamando-lhe de bom). Como muitos na igreja de Cristo , aquele jovem seguia os mandamentos de Deus(ou achava que seguia), pois cria ter “TUDO” observado. Mas havia alguma coisa que ele não tinha feito. Ele não tinha dado o seu “TUDO”.

O TUDO daquele rapaz na verdade era as riquezas. O seu “TUDO” é onde você deposita sua confiança e sabemos que onde está o seu tesouro, também está o seu coração(Mt 6:21).

Aquele rapaz queria Jesus, mas queria também satisfazer-se pessoalmente no conforto de suas riquezas. O “eu” dele não deixou que ele seguisse. O Senhor pede que neguemos a nós mesmos. E negar a nós é negar nossas vontades, nossas manias, nossos bens e etc… Quando o jovem rico ouviu as palavras de Jesus, ele preferiu escolher o “senhor riquezas”. A palavra diz que não podemos servir a dois senhores ,porque aborreceremos um e amaremos o outro. Não podeis servir a Deus e as riquezas (Mt 6:24). Porque aonde está teu tesouro, ai está também teu coração(Mt 6:21).

Muitos hoje, incluindo líderes, ouvem Jesus falar como foi com o jovem rico: Vai, vende tudo que tens dá aos pobres e terás tesouro no céu, mas por preferirem tesouros terrenos , se fazem de surdos para esta palavra e poucos são os que agem nesse sentido e pouquissimos ainda os que pregam esta palavra(principalmente aqueles que só pregam prosperidade).
Outro que queria seguir Jesus foi um escriba que queria ir aonde Jesus fosse, que recebeu como resposta que os animais tinham suas habitações, mas que ele não tinha nem lugar para reclinar a cabeça e também dois discipulos: um queria sepultar seu pai e o outro, despedir-se da família(Lc 9:59-61). Para seguir Jesus é preciso abnegação e submissão a cruz(Lc 14:26-33)

E ai esta a diferença entre os chamados e os escolhidos. Muitos são chamados para segui-lo, mas os escolhidos (que são poucos) é que se negam e tomando sua cruz, seguem Jesus (Mt 22:14). Os escolhidos não tem nada a perder, eles ouvem a voz do mestre e vão. Sabem que não estão prontos, mas prontamente seguem a Jesus.

Já os chamados acabam dando desculpas do tipo: “Não estou pronto”, tenho que fazer isso, tenho que fazer aquilo e etc).

Colocam sempre o “eu”antes de qualquer coisa (Eu tenho observado e guardado) (Eu tenho que me despedir de casa) (Eu tenho que sepultar meu Pai) (Eu não estou pronto).
Estes são aqueles que trocam o necessário pelo supérfluo e o eterno pelo transitório. Os escolhidos porem, mesmo sabendo que não estão prontos, andam de acordo com o que já alcançaram(Fp 3:16) e prosseguem.
Já os chamados (que são muitos) olham para trás,podem até meter a mão no arado, mas pelo fato de olharem para trás,acbam não sendo úteis para o reino.

Jesus disse que “todo aquele que não renunciar o “TUDO” quanto tem, não pode ser discípulo Dele(Lc 14:33), para que não zombem deste servo, pois ele começou e não terminou(Lc 14:29-30)

Aqueles que seguem Jesus devem saber que a seara é grande, os dias são maus e a SALVAÇÃO é JÁ. Devemos abreviar o tempo. O Senhor diz que: Quem não toma sua cruz e vem após ele, não é digno Dele.(MT 10:38).

Então, meu amigo, qual será a sua decisão. Você quer fazer parte daqueles que entregaram o seu “EU”, o seu “TUDO” a Jesus, OU fazer parte daqueles que ficaram no meio do caminho. Cabe a você decidir entre uma vida de “eternas” desculpas e medo ou de uma vida plena de verdade e regozijo.

Lembre-se , Jesus disse que aqueles cujo Deus é o ventre, ou seja que pensam em si mesmos,que se preocupam com as coisas desta terra(Fp 3:18-19) são inimigos da sua cruz.

Jesus disse que todo aquele que deixar o “eu” e todas as coisas, receberão no presente o cêntuplo de tudo que se abdicou e mesmo com perseguições receberão no mundo por vir a vida eterna(Mc 10:29-31).
E amado(a), está é a promessa que o Senhor tem nos dado. Não perca tempo, prometendo.
Entregue o seu “TUDO” a Jesus, pois assim receberás todas as promessas quem o Senhor tem reservado para você.

Os: Sabe aquela minha prima, do começo desta palavra, pois é, em razão dela dizer que “essa não era hora”, eu respondi: “Se soubesse o que me aconteceria no dia de amanhã, eu não responderia “essa não é minha hora”. Pois não cabe a mim o curso da minha vida.
Esta palavra tocou ela e naquela mesma semana, ela havia voltado a congregar depois de mais ou menos 20 anos.